As poesias aqui postadas são de autoria de Eliane Sgaria Friedrich, as mesmas podem ser reproduzidas desde que referenciando a autora
domingo, 15 de janeiro de 2017
Lunática Cons(piração)
...e a Lua feito retina na imensidão, observa-nos, dia e noite.
O que será que conspira?
Que força tão grande e´esta que mexe com as mares?
Com que intimidade abusa de suas fases sobre nós?
Suspeita... Muito suspeita quanto mais encantadora...
Magnetismo; atraente sedução aos casais enamorados,
Luz prateada... Misteriosa,
Às vezes eclipses, às vezes lua de sangue...
Fica à míngua e logo depois está nova.
Cheia e crescente; impávida...
Será guardiã ou algoz ?
Afinal, porque será que ela nunca está
De costas para nós?
E S Friedrich
...e a Lua feito retina na imensidão, observa-nos, dia e noite.
O que será que conspira?
Que força tão grande e´esta que mexe com as mares?
Com que intimidade abusa de suas fases sobre nós?
Suspeita... Muito suspeita quanto mais encantadora...
Magnetismo; atraente sedução aos casais enamorados,
Luz prateada... Misteriosa,
Às vezes eclipses, às vezes lua de sangue...
Fica à míngua e logo depois está nova.
Cheia e crescente; impávida...
Será guardiã ou algoz ?
Afinal, porque será que ela nunca está
De costas para nós?
E S Friedrich
sábado, 7 de janeiro de 2017
A menina e o pássaro
Estão envoltos por muita luz...
Sabedoria é consciência;
Transmutam-se...
Há simplicidade...Naturalidad e nos gestos.
Olhos abertos... Expansão da virtude...
Leveza, graciosidade e empatia
São sintonias, equivale a dança,
Movimento, sinergia...
A menina com o pássaro é metáfora alquímica
Do elemento Ar.
A metamorfose, o despertar da consciência.
E para que se chegue a este despertar(água)
Temos antes, o iniciado, que pode ser representado
Pela menina e o lobo. ( fogo)
A menina e a flor (plantas cheirosas)
É a representação alquímica do elemento terra,
Consciência plena atingida e reversa ao caldeiram alquímico.
O quinto elemento, eter, é representado pela menina de capuz.
O invisível, o oculto o espiritual. ( o grande mestre)
E S Friedrich
Estão envoltos por muita luz...
Sabedoria é consciência;
Transmutam-se...
Há simplicidade...Naturalidad
Olhos abertos... Expansão da virtude...
Leveza, graciosidade e empatia
São sintonias, equivale a dança,
Movimento, sinergia...
A menina com o pássaro é metáfora alquímica
Do elemento Ar.
Anterior a menina e o pássaro, (Ar)
Temos que conhecer a menina e a borboleta.A metamorfose, o despertar da consciência.
E para que se chegue a este despertar(água)
Temos antes, o iniciado, que pode ser representado
Pela menina e o lobo. ( fogo)
A menina e a flor (plantas cheirosas)
É a representação alquímica do elemento terra,
Consciência plena atingida e reversa ao caldeiram alquímico.
O quinto elemento, eter, é representado pela menina de capuz.
O invisível, o oculto o espiritual. ( o grande mestre)
E S Friedrich
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
O conhecimento
É como um inusitado pássaro de luz...
Nos faz levantar voo,
Carrega nossas almas,
Desprendendo-nos do livro da vida.
Voamos alto,
Carregando nossas páginas
Bem ou mal escritas;
Às vezes, rabiscos sem cor...
Tem gente que parte
Tendo sido só rascunho,
Alguns ainda, folhas em branco...
A minha página,
Tenta ser um esboço do que sou.
Metamorfose...
E S Friedrich
É como um inusitado pássaro de luz...
Nos faz levantar voo,
Carrega nossas almas,
Desprendendo-nos do livro da vida.
Voamos alto,
Carregando nossas páginas
Bem ou mal escritas;
Às vezes, rabiscos sem cor...
Tem gente que parte
Tendo sido só rascunho,
Alguns ainda, folhas em branco...
A minha página,
Tenta ser um esboço do que sou.
Metamorfose...
E S Friedrich
E eu que borboleteava, acordei passarinhando...
(A evolução e suas escaladas),
A borboleta baila, faz lá seus rodopios,
(A evolução e suas escaladas),
A borboleta baila, faz lá seus rodopios,
Sem emitir sons...
Ah, os pássaros voam e cantam...
São mais pesados, maiores, possuem olhos atentos;
Neste momento entendi a singularidade dos voos
As levezas sutis tem lá seus propósitos de encantamentos;
A magia, esteve sempre no ar, a nos ensinar
A mergulhar para dentro...
E S Friedrich
Hoje acordei decidida...
Quero sair para comprar um caderno de pássaros.
Meu irmão zombou: " Não sabia que pássaros tinham cadernos!"
Meu pai levantou os olhos sobre os óculos na ponta do nariz e sussurrou: " esqueceu-se das borboletas..." e voltou ao que fazia. Minha mãe instalada na cozinha com duas de suas irmãs, separavam feijões enquanto riam e tomavam mate ( chimarrão).
Sim, pensei, talvez eu queira voar mais alto. As borboletas ainda me encantam, mas os pássaros de repente roubaram a cena... Pombinhos, bem-te-vis, canários, pardais, pintassilgos, tesourinhas, andorinhas, rouxinóis, sabiás, quero-quero, beija-flor...
Queria um caderno daqueles com folhas cheirosos e capa dura repleta de aves delicadas. Em cada página uma gravura sutil de aves em tons pasteis quase desbotadas...
Preciso encontrar, acho que até mesmo sonhei com blocos de anotações repletos de flores e pássaros em suaves galhos de árvores aquareláveis.
- "Para que serve um caderno de pássaros?" Perguntou minha irmãzinha caçula, ainda, com a chupeta entre os dentes.
Não sei ao certo ainda, respondi, preciso tê-lo nas mãos para ter certeza. Passei com rapidez pela porta onde ficaram balançando os "sete sinos da felicidade", desci dois degraus que me levavam direto ao portão de ferro torneado que me remetiam ao tecido da saia da minha mãe, que correu à janela, perguntando: "- Vai sair sem tomar seu café?..."
Fiz um aceno já da calçada onde em passos largos, perguntava a mim mesma (sarcasticamente), se ela tivesse me oferecido ALPISTES, eu teria voltado? Rindo sozinha pela rua, eu acho até que voava.
Quero sair para comprar um caderno de pássaros.
Meu irmão zombou: " Não sabia que pássaros tinham cadernos!"
Meu pai levantou os olhos sobre os óculos na ponta do nariz e sussurrou: " esqueceu-se das borboletas..." e voltou ao que fazia. Minha mãe instalada na cozinha com duas de suas irmãs, separavam feijões enquanto riam e tomavam mate ( chimarrão).
Sim, pensei, talvez eu queira voar mais alto. As borboletas ainda me encantam, mas os pássaros de repente roubaram a cena... Pombinhos, bem-te-vis, canários, pardais, pintassilgos, tesourinhas, andorinhas, rouxinóis, sabiás, quero-quero, beija-flor...
Queria um caderno daqueles com folhas cheirosos e capa dura repleta de aves delicadas. Em cada página uma gravura sutil de aves em tons pasteis quase desbotadas...
Preciso encontrar, acho que até mesmo sonhei com blocos de anotações repletos de flores e pássaros em suaves galhos de árvores aquareláveis.
- "Para que serve um caderno de pássaros?" Perguntou minha irmãzinha caçula, ainda, com a chupeta entre os dentes.
Não sei ao certo ainda, respondi, preciso tê-lo nas mãos para ter certeza. Passei com rapidez pela porta onde ficaram balançando os "sete sinos da felicidade", desci dois degraus que me levavam direto ao portão de ferro torneado que me remetiam ao tecido da saia da minha mãe, que correu à janela, perguntando: "- Vai sair sem tomar seu café?..."
Fiz um aceno já da calçada onde em passos largos, perguntava a mim mesma (sarcasticamente), se ela tivesse me oferecido ALPISTES, eu teria voltado? Rindo sozinha pela rua, eu acho até que voava.
Da coleção " Pequenos contos sem fim" / (onde abro espaço par o leitor terminar o conto para mim. ) Atreva-se a continuar... Logo aí embaixo nos comentários. Vou adorar sua participação na página. Abraços
E S Friedrich
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
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