As poesias aqui postadas são de autoria de Eliane Sgaria Friedrich, as mesmas podem ser reproduzidas desde que referenciando a autora
sábado, 3 de agosto de 2013
Não me calo ao tempo... nem às vozes que gritam orgulhosas e desafiantes; não me calo frente aos obstáculos que se levantam...
Não me calo às injustiças nem a miséria dos sonhos que vejo em volta de tantas mentiras. E porque não me calo, abro frestas... mostro através das fechaduras...ponho cartas.
Chamaram de bruxas, mulheres que ousaram olhar para o futuro. Foram temidas e perseguidas porque às mulheres que vislumbraram o conhecimento, plantaram sonhos... A realização dos sonhos é de uma força vital capaz de mudar as orbitas da vida. Só a lagarta que sonha pode transformar-se em borboleta.
Não me calo às injustiças nem a miséria dos sonhos que vejo em volta de tantas mentiras. E porque não me calo, abro frestas... mostro através das fechaduras...ponho cartas.
Chamaram de bruxas, mulheres que ousaram olhar para o futuro. Foram temidas e perseguidas porque às mulheres que vislumbraram o conhecimento, plantaram sonhos... A realização dos sonhos é de uma força vital capaz de mudar as orbitas da vida. Só a lagarta que sonha pode transformar-se em borboleta.
Guerreiras...
Vejo surgirem guerreiras todos os dias, principalmente quando observo mães ao lado de seus filhos em camas de hospitais.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Superação...
Supero-me, quando medito...
E meditar, para mim, é acordar
desse turbilhão chamado vida
e ressonar na expectativa
de que podermos ser como um refletor,
capaz de inundar de luz
qualquer escuridão,
até mesmo as não percebidas.
E meditar, para mim, é acordar
desse turbilhão chamado vida
e ressonar na expectativa
de que podermos ser como um refletor,
capaz de inundar de luz
qualquer escuridão,
até mesmo as não percebidas.
Você se alimenta de quê?
Eu me alimento de pão com manteiga
e de uma vontade "filha da puta" de viver...
Vejo fome de feras em meninos
no deserto do descaso
das desigualdes sociais...
Vejo miséria e dor,
desamor, desamparo, revolta...
E, às vezes, me vejo em você
indo para um bom trabalho
de barriga cheia num carro confortável,
escutando música e reclamando da vida;
desiludida dos sonhos...
Ah, não me venham falar de alimento
é preciso muito mais para sobreviver...
e de uma vontade "filha da puta" de viver...
Vejo fome de feras em meninos
no deserto do descaso
das desigualdes sociais...
Vejo miséria e dor,
desamor, desamparo, revolta...
E, às vezes, me vejo em você
indo para um bom trabalho
de barriga cheia num carro confortável,
escutando música e reclamando da vida;
desiludida dos sonhos...
Ah, não me venham falar de alimento
é preciso muito mais para sobreviver...
domingo, 9 de junho de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)














